segunda-feira, 3 de agosto de 2009

PS quer trocar José Sócrates por uma lata de Coca Cola Light


Aproveitando a campanha que desafia os portugueses a trocarem os objectos datados que têm em casa por latas de Coca Cola Light artisticamente recriadas na Experimenta Design, o PS decidiu entregar o já embaraçante José Sócrates e trocá-lo por uma lata de refrigerante com a cara do António Costa. José Sócrates, que deixou de ser o “menino de ouro” para se tornar no “menino chorão” do PS, concorda com a iniciativa e já disse “Que bonito...”. O PS também vai enviar o Pedro Silva Pereira para a Coca Cola, uma vez que, por nunca ter passado de um apêndice do José Sócrates, é agora considerado no Largo do Rato como um objecto decorativo tão inútil e démodé como um naperon em cima da televisão ou um Garfield de peluche pendurado na janela de um automóvel.


in Inimigo Publico, 30 de Julho

Hipermetropia


Há muitos anos atrás, foi-me diagnosticada hipermetropia. na altura o oftalmologista explicou-me que era algo um bocadinho ao contrário da mipia... ou seja, fiquei na mesma.
Uma amiga, também diagnosticada pelo mesmo mal e a pessoa mais optimista que eu conheço, disse-me que este nao é um mal de que se padece, mas sim uma grande benção. Segundo ela, nós vemos melhor que o mortal comum.
Deve ser por isso, que, ao contrário de todas as evidencias, de todos os que me rodeiam e de todas as desilusões, eu continuo a acreditar que consigo ver mais além que os outros e tenho essa grande capacidade de acreditar que as pessoas são sempre melhores do que podem parecer e que estão cheia de boas intenções e que são são os outros que estão errados...
O resultado está vista... definitivamente a minha capacidade de avaliação não podia ser mais mediocre...
Antes ser míope!

domingo, 2 de agosto de 2009

Descobri...


... uma nova forma de avaliar as pessoas (sobretudo do sexo masculino).

Se eu já lhes tiver encostando um dedinho... é certo e sabido... não prestam!

sábado, 1 de agosto de 2009

Ninguém me avisou...

... que o paraíso estava a duas horas de distancia!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Desculpas

Desculpa pelo que aconteceu...

Mas não entendo!

Desculpa pelo que aconteceu...

Mas eu quero celebrar...

Desculpa pelo que aconteceu...

Mas eu quero mais...

Desculpa pelo que aconteceu...

Mas foi tão especial..



Desculpa pelo que aconteceu..., dizes mais uma vez... e, só aí, eu entendo. Desculpa não pelo que aconteceu, mas pelo que vai acontecer. Pelas palavras que se seguem e que tentas adoçar, mas que deixam um sabor amargo... Pelos actos que tentas justificar, mas que me parecem imcompreensíveis... Por tudo o que foi naquele instante, mas deixou de ser... Pelo futuro onde não entra o passado e pela estrada que, afinal, só tem um sentido... Pelos sentimentos que deixaste crescer, mas não consegues acompanhar... Pelo aquilo que mostraste, mas afinal não existe... Pelo fim de algo que não chegou a começar!

Com o tempo... tudo passa


Há pouco tempo, uma amiga perguntou-me, "Dizem que com o tempo tudo passa. Mas QUANTO tempo?" e eu dei por mim a pensar na primeira vez que tive necessidade de acreditar nessa frase feita.
Acreditei tanto nisso, que só quis dormir o mais tempo possivel, para poder acordar e pensar que tudo não passava de um sonho... mas cada vez que acordava, senti-a o mesmo vazio e batia-me no peito, com toda a sua força, a forte e dura realidade... Só mais tarde percebi que, o tempo, esse, não pára, o mundo continua a girar e a vida continua... Aquilo com o qual tudo passa não é o tempo, mas sim aquilo que fazemos dele.
Não há problema que não perca a sua importância, com um bom jantar entre amigas, um bonito por-de sol, o sorriso de uma criança... aquilo que nos fizer feliz!
Não há dor que não seja superada, não com o tempo, mas com pequenos grandes momentos, com os pequenos detalhes do nosso dia-a-dia, que nos enchem o peito e nos fazem sorrir...

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Na noite em que fugimos tu não estavas em casa

Este é o titulo de um livro dessa grande personalidade, que eu tanto admiro, o Fernando Alvim.
Adoro o título pela sua originalidade, mas nunca em momento algum o compreendi verdadeiramente... até agora...
Até à noite em que, eu e tu, fugimos. Afastámo-nos da realidade, do passado, do presente, do futuro. Afastámo-nos dos planos que já tinhamos feitos, das experiencias que já tinhamos vivido. Fugimos e a realidade deixou de existir. Entregámo-nos e o mundo passou a ser nosso, só nosso... Naquele beijo, naquele abraço, o mundo parou de girar, para nos deixar, a nós, dançar ao ritmo dos nossos desejos.
Físico, chamas-lhe tu... E é verdade que foi fisico, que foi intenso... um momento fisico, que derivou dos nossos sonhos, das nossas conversas, das nossas semelhanças e até das nossas diferenças...
Deixamo-nos levar pelo momento, contas tu... E deixámos... Levámo-nos por todas as conversas tardias, todos os telefonemas, os mails pessoais e todos esses pequenos momentos em que descobrimos o quão próximos somos ou gostariamos de ser...
Fugimos, vagueamos, sonhamos e entregámo-nos... mas afinal... tu não estavas em casa...