domingo, 9 de maio de 2010

sábado, 8 de maio de 2010

Um dia...


... convido-te para um café!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

parte anatómica absolutamente fundamental


Num dos meus últimos posts, falava numa serie de atributos que gostaria que um menino tivesse.
Alguém comentou que esses atributos facilmente encontraria num cão, ao que eu acrescentei que deveria ter mencionado também a necessidade de um polegar, nem que fosse para ajudar em bricolages necessárias, entre outras coisas.
Não há dúvidas que o peixe morre pela boca. Esta semana eu arranjei maneira de imobilizar o meu polegar esquerdo e perceber que realmente esta porra faz falta.
Vestir-me de manhã é uma merda duma tortura, desde calçar as peúgas, até abotoar os botoezinhos das calças, sem a porcaria do polegar é um verdadeiro desafio.
Até abrir as embalagens das tretas que me receitaram para o polegar é, ironia do destino, outro desafio...
Tomar banho de luva é das coisas mais surreais que já fiz. Não só me irrita estar com uma parte do corpo interdita à agua, como me custa lavar o cabelo só com uma mão e, ainda, ter esfregar o braço direito com acrobacias.
Não como deve ser, não me penteio como deve ser, não faço nada de jeito. É agora que percebo porque é que esta porcariazinha nos faz mais evoluídos.
Agora é que precisava mesmo mesmo do tal espécimen com todos aqueles atributos. Ou melhor, com um polegar chegava-me... É que agora dava-me mesmo jeito um polegar extra!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Uma nova paixão


Sempre gostei  muito de escrever, de brincar com as palavras, de extrapolar ideias, factos, sentimentos. De misturar o que vejo, com o que oiço, com o que vivo e com o que sinto.
Durante muito tempo, tive vergonha de o mostrar. Leio coisas tão fantásticas em tantos sítios, como livros, brochuras, blogues, que sinto-me pequenina nesta minha faceta.
Gostava de poder escrever mais e melhor. Sempre tive essa ambição. Por motivos que agora não interessam nada, recentemente, embora já tivesse o blogue há algum tempo, perdi um pouco a vergonha e passei a escrever ainda mais e a publicá-lo neste meu pequeno espacinho.
E assim descobri uma nova paixão. Escrevendo mal ou bem, gosto desta interactividade que proporciona um site na internet. Conheci, virtualmente, pessoas com as quais me identifico, às vezes me preocupo e que considero amigas.
Gosto dos comentários que me vão deixando e que são, muitas vezes, o ponto de partida para novos posts.
Gosto quando verifico que alguém concorda ou identifica-se com o que escrevo.
Gosto do que descubro e do que conheço.
Hoje ainda não tinha escrito nada e a verdade, é que passei todo o dia a sentir que algo me faltava...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Por muito serviço público...

Que, vocês, meus meninos, encontrem por aí, há casos que são, pura e simplesmente, perdidos. Perdidissimos.
Podemos ensinar-lhes, aconselhar-lhes, dar-lhes as mais variadas tampas e não aprendem.

Meus meninos, esta coisa de atirar o barro à parede a ver se coisa pega num final de um encontro (ou mais tarde, consoante a vossa percepção de timing), não resulta.
Vamos lá esclarecer, as vezes que o tentaram e a coisa pegou, foi pura sorte. A menina já estava para aí virada antes da vossa deixa. De resto, não é por atirarem um "Queres ir até à minha casa ver a minha colecção de CDs/DVDs/animais amestrados/pardais ao ninho?", que a coisa pega.. Não se preocupem, mesmo que a menina vos pareça mais tímida que uma pedra, se a coisa estiver a correr de feição e estiver para aí virada, terá lábia o suficiente para não vos deixar escapar. Com uma vantagem, pode usar uma desculpa ainda mais esfarrapada ou ridícula que a vossa. É que nestas alturas o vosso cerebro tem tendência a descer até ao baixo ventre. Podemos até perguntar se querem ver a nossa colecção de pratos às florzinhas, assim que vocês ouvem "Queres ir até à minha casa para...", o vosso cerebro, a partir daí, só vai ouvir "fazer sexo".
Por isso, meus meninos, o meu conselho é que tenham calminha, que a coisa vai lá, seja num 1º encontro, seja num 500º.
Lembrem-se de um bom truque: sentimo-nos muito mais à vontade para vos mostrar a nossa mais obscura celulite se soubermos algum dos vossos mais obscuros segredos (que não seja anatómico, please!).

Agora, um recadinho ao menino que este fim-de-semana, do nada, enviou a mensagem "se fosses uma amiga como deve ser hoje davas me dormida.lol".
Em primeiro lugar, esta mensagem nem merece resposta. Não vale os 8 centimos que me custa um sms.
Em segundo lugar, what the fuck???? Quantas vezes é preciso dizer que não? Qual foi o raio do contexto?Vou acreditar que tinhas fumado coisas para rir...
Em ultimo, escusas de vir com essa já famosa desculpa de que estás habituado a  miúdas mais novas ou menos inteligentes. O elogio não pega. Não me deixa derretida ao ponto de aceitar deixas de merda. E, sabes, meu querido, é contrário, não és tu que estás habituado a meninas mais burrinhas, são as tuas deixas que levam a que apenas essas te caiam no colo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010


Falar sobre fé, seja ela qual for, assim num post num blogue, parece-me, a mim, que até já o fiz, assunto demasiado leviano.
Para mim, é completamente indiferente que qualquer fé religiosa seja posta em questão. O assunto não fere a minha susceptibilidade, porque não põe em questão nenhuma das minhas crenças.
No entanto, respeito e muito. Mais do que respeitar, compreendo.
Eu tenho as minhas fés, de outra ordem, mas tenho-as. E confesso que me magoa, quando alguém põe em questão os meus princípios, as minhas ideias, até mesmo as minhas ansiedades ou faltas de bom senso. Costumo dizer, que não podemos julgar os outros, sem fazermos o seu caminho e, sobretudo, sem os seus sapatos. Desconhecemos as vidas dos outros, a sua educação, os seus sentimentos e até as suas armas. Mesmo quando acreditamos que conhecemos o melhor possível esses outros que tão facilmente julgamos. É, quase sempre, impossível pormo-nos no seu lugar. Mesmo quando achamos que passámos pelo mesmo ou por algo semelhante. É possível, mas nunca com os mesmos sapatos.

domingo, 2 de maio de 2010